Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil 

A Índia irá iniciar a exportação da vacina de Oxford para o Brasil nesta quinta-feira (21), o imunizante é desenvolvido pela farmacêutica britânica AstraZeneca, em parceria com a Universidade de Oxford (Reino Unido). O Brasil espera receber 2 milhões de doses prontas da vacina contra a covid-19, doença causada pelo novo coronavírus, nesta primeira remessa. O voo que trará a vacinas da Astrazeneca/Oxford da Índia para o Brasil tem decolagem prevista para as 4h05 horário local, 19h45 desta noite pelo horário de Brasília. 

“Seguindo essa visão, respondemos positivamente aos pedidos de fornecimento de vacinas manufaturadas indianas de países de todo o mundo, começando pelos nossos vizinhos […] O fornecimento das quantidades comercialmente contratadas também começará a partir de amanhã, começando pelo Brasil e Marrocos, seguidos da África do Sul e Arábia Saudita”, declarou o ministro das Relações Exteriores da Índia, Harsh Vardhan Shringla.


Foto: Reprodução

A reforma da previdência completou um ano em novembro de 2019 e trouxe uma série de mudanças para o brasileiro conseguir a aposentadoria. Entre elas, há as regras de transição que terão mudanças em 2021. Além disso, portaria divulgada no final de dezembro do ano passado aumentou as faixas etárias de beneficiários para recebimento da pensão por morte. As regras transitórias para aposentadoria são uma espécie de “meio termo” para os segurados que já estavam contribuindo ao INSS antes da reforma, mas que ainda não concluíram os requisitos para dar entrada na aposentadoria.


Foto: Reprodução/ Pfizer do Brasil

As vacinas da Pfizer/BioNTech e Jansen receberam da Anvisa a Certificação de Boas Práticas de Fabricação às plantas de vacinas contra covid-19 da Pfizer e da Janssen. A concessão pelo órgão regulador é um passo obrigatório para o registrou dos imunizantes ou a autorização para uso emergencial. Integrante do grupo Johnson & Johnson, a Jansen está na fase três dos estudos da vacina no Brasil e em outros país. O resultado dos experimentos com humanos deve ser divulgado em fevereiro, o que possibilitaria o uso emergencial. Já com a Pfizer/BioNTech, o entrave é a negociação com o Ministério da Saúde. O imunizante já está em uso emergencial em diversos países, como Estados Unidos, Canadá, Chile, México e Israel, além do Reino Unido e União Europeia. É o único caso do Brasil em que o desenvolvedor da vacina estuda pedir apenas o registro definitivo. Fonte: R7


E a espera para finalmente conhecer os nomes que vão povoar a pipoca e o camarote do Big Brother Brasil 21 terminou. Na tarde desta terça-feira (19), os primeiros nomes foram revelados. Durante o intervalo da programação da TV Globo, mais participantes foram  anunciados, dois por vez. No final da noite os 20 nomes da pipoca e camarote estavam formados.

A primeira participante do camarote, grupo dos famosos, é a cantora Karol Conká. Ela tem 35 anos e é moradora de Curitiba. A musa é conhecida por sucessos como “É o poder” e “Tombei”.


Foto: Raphael Ribeiro/BCB

Lançada com pompa pelo Banco Central (BC) em setembro passado, a nota de 200 reais ainda é, para muitos brasileiros, uma desconhecida. São poucos os que tatearam a cédula e vislumbraram o lobo-guará que estampa a nota. Na ocasião do lançamento, o BC anunciou a disponibilização de 450 milhões de cédulas até o final de 2020. De acordo com dados da instituição, nesta segunda-feira, 18, 57,3 milhões de notas de 200 reais estão em circulação, cerca de 13% do previsto. 

O que explica a extinção do lobo-guará nas mãos dos brasileiros é simples. O Banco Central calculou mal e ignorou seus próprios instintos mais primitivos. Enquanto anunciou com festejos merecidos o Pix, o novo sistema de pagamentos chancelado pela instituição, o Banco Central recorreu à arcaicidade da política monetária em um momento de desespero.

Responsável por garantir liquidez aos mercados e perpetuar os bons fluídos da economia em um momento de crise, o BC calculou o aumento da demanda por papel-moeda, com o advento do auxílio emergencial como arma para o amparo aos mais vulneráveis. Mas a equação passou longe de uma vertente observada de perto pelo próprio Banco Central: a digitalização dos meios de pagamento. “O Banco Central errou. Fizeram o cálculo sobre uma expectativa executada de forma equivocada. É paradoxal investir no Pix ao mesmo tempo em que bota uma nota alta no mercado”, diz Carlos Thadeu de Freitas Gomes, ex-diretor do BC.


Foto: Divulgação/ Astrazencea

Butão, Ilhas Maldivas, Bangladesh, Mianmar e as Ilhas Seychelles serão os países que vão receber as vacinas contra a covid-19 da Índia antes do Brasil, segundo informações divulgadas pelo governo indiano. A nota da Índia ainda cita três outros países, Sri Lanka, Afeganistão e Ilhas Maurício, para os quais ela deve exportar, mas ainda aguarda documentos. A Índia recebeu pedidos de dezenas de países, incluindo apelos urgentes do Brasil, para iniciar as exportações da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford em parceira com a farmacêutica Astrazeneca. De acordo com a embaixada indiana, as doses devem ser enviadas primeiramente para os países asiáticos e só depois ao Brasil. (VN)


Foto: Reprodução/Agência Brasil

De acordo com o presidente da Associação Nacional do Transporte Autônomos do Brasil (ANTB), José Roberto Stringasci, a greve dos caminhoneiros, que está prevista para acontecer no próximo dia 1º de fevereiro, vem acumulando adesões e poderá ser maior do que a realizada em 2018. Os trabalhadores estão cada vez mais insatisfeitos, principalmente acerca do preço do diesel e das promessas não cumpridas após a histórica greve no governo Temer. As dúvidas sobre a paralisação ocorrer durante a pandemia foram sanadas após a declaração do ANTB, que afirma não vê problema de realizar uma greve nesse período. Vale ressaltar que a Associação representa cerca de 4,5 mil caminhoneiros.

“A pandemia nunca foi problema. A categoria trabalhou para cima e para baixo durante a pandemia. Muitos caminhoneiros ficaram com fome na estrada com os restaurantes fechados, mas nunca parou”, afirma Stringasci.

O porta-voz da categoria destaca que a alta do preço do diesel é o principal motivador da greve, mas conquistas obtidas na paralisação de 2018, que chegou a prejudicar o abastecimento em várias cidades, também estão na lista de dez itens que estão sendo reivindicados ao governo para evitar a greve.

“Esse (diesel) é o principal ponto, porque o sócio majoritário do transporte nacional rodoviário é o combustível (50% a 60% do valor da viagem) Queremos uma mudança na política de preço dos combustíveis”, informa.

“Eu creio que a greve pode ser igual a 2018. A população está aderindo bem, os pequenos produtores da agricultura familiar também. Se não for igual, eu creio que vai ser bem mais forte do que 2018”, alerta.

Fonte: BP Money