Lider 87 FM
Instituto Nacional do Seguro Social (INSS)

A prova de vida ainda precisa ser feita por 4.979.617 de segurados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) até 2022. Segundo levantamento do órgão, feito a pedido do g1, do total de 36.238.880 de pessoas que precisam realizar a prova de vida nos bancos todos os anos, 31.259.263 já fizeram o procedimento entre 2020 e 2021 (até agosto).

Enquanto no ano passado apenas 6,5 milhões de pessoas fizeram a prova de vida devido à suspensão da obrigatoriedade em decorrência da pandemia, neste ano, até agosto, já chega a 24,7 milhões o número de segurados que comprovaram que estão vivos para continuar recebendo os benefícios do INSS.

Os estados com maior número de segurados que ainda não fizeram a prova de vida são São Paulo, Minas Gerais e Bahia.


O Brasil registrou 467 mortes por Covid e 35.140 casos, nesta sexta-feira (17). Com isso, o país chega a 589.744 óbitos e a 21.102.536 pessoas infectadas pelo Sars-CoV-2.

São Paulo, mais uma vez, puxou o número de casos para cima. O estado, na quinta e nesta sexta, incluiu milhares de casos represados de meses passados. Na quinta, foram 22.678 infecções e na sexta, 23.586.

A média móvel de mortes permanece estável e agora é de 546 vidas perdidas por dia. Já a média de casos chegou a 18.273 e também está em estabilidade.

Mesmo com números inferiores aos muito elevados dados anteriores, o momento merece atenção e cuidado. O país já tem circulação comunitária da mais transmissível variante delta, que vem causando aumentos expressivos de casos em outros países.

Os dados do país, coletados até 20h, são fruto de colaboração entre Folha de S.Paulo, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são recolhidas pelo consórcio de veículos de imprensa diariamente com as Secretarias de Saúde estaduais.

Os dados da vacinação contra a Covid-19, também coletados pelo consórcio, foram atualizados nos 26 estados e no Distrito Federal.


Ministro da Educação, Milton Ribeiro.

O Ministério da Educação (MEC) planeja criar uma universidade federal digital para, segundo o ministro Milton Ribeiro, ampliar o acesso dos estudantes de todo o país à rede pública federal de ensino. “Queremos criar a primeira universidade federal digital no país e ampliar o acesso a todos”, disse o ministro ao participar, nesta quinta-feira (16), de audiência pública na Comissão de Educação do Senado.


Os Correios vão realizar, no próximo dia 27, um leilão de objetos classificados como refugos, aqueles que não foram entregues ao destinatário ou foram devolvidos ao remetente, após todas as tentativas de entrega e terminado o prazo de direito à reclamação. Esse prazo pode variar entre sete e 30 dias, a depender do objeto.

A empresa informou que serão leiloados de 61 mil itens, entre peças de vestuário, microinformática, equipamentos eletrônicos, acessórios para veículos, bijuterias e livros, entre outros. Os valores inicias dos lotes variam entre R$ 1.303 até R$ 85.050. Para participar do certame, os interessados devem se cadastrar na plataforma Licitações-e do Banco do Brasil. Após a conclusão dessa etapa, pessoas físicas e jurídicas conseguem enviar propostas de forma eletrônica para participar da disputa online.

“O edital com todas as informações está disponível na plataforma Licitações-e, pelo nº 893602, e também na página de licitações dos Correios. Basta fazer a busca por modalidade ‘Licitações Correios Aberta” e escolher “São Paulo Metropolitana” na coluna dependência”, informou os Correios. A empresa disse ainda que os lotes estão armazenados no bloco 1 do edifício dos Correios em São Paulo, localizado na Rua Mergenthaler, 592. Visitas aos bens devem ser agendadas pelo telefone (11) 4313-8150. (Bahia.Ba)


Responsável pelo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) informou na noite desta segunda-feira (13), que inscritos na edição 2020  da prova que tiveram direito à isenção de pagamento e não compareceram, poderão se inscrever no Enem 2021 entre esta terça-feira (14) e o dia 26 de setembro. As provas para esse grupo, no entanto, serão aplicadas apenas em 2022.


A Justiça de São Paulo autorizou Suzane von Richthofen, 37 anos, a sair da penitenciária feminina de Tremembé (147 km de SP), onde cumpre pena pelo assassinato dos pais, para que possa iniciar a graduação em Farmácia em uma faculdade em Taubaté (140 km de SP). Ela foi condenada a 39 anos de prisão, em 2006, pelo homicídio de Manfred e Marísia von Richthofen, quatro anos antes.


Depois de sofrer uma derrota no STF (Supremo Tribunal Federal), o MEC (Ministério da Educação) estuda como irá cumprir a decisão de reabrir as inscrições do Enem para garantir a isenção de taxa a quem faltou na última edição.

Uma das opções avaliadas é pôr os novos inscritos para fazer o exame na mesma data reservada aos presos ou internados. Outra possibilidade é atrasar a data da prova, atualmente marcada para o fim de novembro.

Na sexta (3), o Supremo decidiu, por unanimidade, que as inscrições do exame devem ser reabertas de maneira gratuita a quem se ausentou na prova de 2020, sem a necessidade de o estudante apresentar uma justificativa para a falta no ano anterior.

Desde que o edital do Enem 2021 foi lançado, o governo de Jair Bolsonaro (sem partido) se negava a garantir esse direito, vetando a isenção da taxa a quem faltou na prova no ano anterior e não apresentou justificativa.

Servidores do MEC e do Inep, órgão responsável pelo exame, disseram à Folha que uma das formas avaliadas para cumprir a decisão é incluir os novos inscritos no edital do Enem para os presos ou internados, também chamados de pessoas privadas de liberdade (PPL) ou jovens sob medida socioeducativa que inclua privação de liberdade.


A partida entre o Brasil, líder das eliminatórias sul-americanas com 21 pontos, e a Argentina, segunda colocada com 15, foi interrompida aos cinco minutos de jogo pela entrada de agentes sanitários que apontaram quatro jogadores argentinos por violação do protocolo anticovid e por mentir no formulário de imigração de entrada no país.

A seleção argentina nega as acusações e a Fifa deve agora decidir o que fazer com os pontos da partida.

Segundo a Anvisa, os argentinos Emiliano Martínez, Cristian Romero, Giovani Lo Celso e Emiliano Buendía não poderiam ter entrado no Brasil sem respeitar uma quarentena porque estiveram no Reino Unido em algum momento dos últimos quatorze dias.

A Polícia Federal abriu inquérito contra os atletas, acusados de omitir essa informação no cadastro de imigração

Fifa vai investigar possível violação após suspensão de Brasil x Argentina (ge.globo)


Caminhoneiros estão realizando nesta quarta-feira (8) manifestações em dois pontos na BR-242, no oeste da Bahia.

Conforme a Polícia Rodoviária Federal (PRF), um ato acontece na saída da cidade de Luís Eduardo Magalhães, sentido Barreiras. O outro protesto ocorre na saída de Barreiras, sentido Salvador.

Em ambos trechos, de acordo com a PRF, apenas carros pequenos e transportes maiores com cargas de alimentos perecíveis estão passando pela rodovia.

Segundo os caminhoneiros, os protestos são em apoio aos atos que ocorreram na terça-feira (7) no país em favor do governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), que defenderam pautas antidemocráticas e contra a Constituição Federal, como a destituição de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

A Polícia Rodoviária Federal tomou conhecimento sobre os atos dos caminhoneiros, mas ainda não se manifestou sobre o protesto.

Fonte: G1 Bahia

A Polícia Federal abriu um inquérito para apurar crime de falsidade ideológica atribuído a integrantes da delegação argentina que esteve no Brasil para jogo das Eliminatórias para a Copa do Mundo.

Segundo a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), ao ingressar no país para a disputa do confronto com a seleção brasileira, os jogadores Emiliano Martínez, Emiliano Buendia, Giovani Lo Celso e Cristian Romero deram informações falsas e ocultaram que estiveram no Reino Unido nos últimos 14 dias.

O duelo entre Brasil e Argentina, na Neo Química Arena, foi interrompido neste domingo (5) com apenas 6 minutos quando agentes da Anvisa invadiram o gramado. Horas depois, com os argentinos ainda no vestiário do estádio, a Conmebol anunciou a suspensão do jogo.

À noite, após serem ouvidos pela PF no aeroporto de Guarulhos, os jogadores foram notificados a deixar o país -o que é, segundo as autoridades policiais, um procedimento padrão.

Os quatro atletas atuam em clubes da Premier League e estiveram no Reino Unido nos últimos dias. Eles só poderiam ter entrado no Brasil após 14 dias fora dos locais sob restrição.

Viajantes que passaram recentemente por este e mais alguns locais (África do Sul, Irlanda do Norte e Índia) precisam realizar o período de quarentena, conforme regra adotada pelo governo Jair Bolsonaro para evitar a disseminação de variantes da Covid-19.

Horas antes da partida, a Anvisa afirmou que os atletas descumpriram as regras de quarentena contra a Covid-19 e acionou a PF para que os argentinos fossem imediatamente isolados.

“Diante da confirmação de que as informações prestadas pelos viajantes eram falsas, a Anvisa esclarece que já comunicou o fato à Polícia Federal, a fim de que as providências no âmbito da autoridade policial sejam adotadas imediatamente”, disse a Anvisa em nota.

Fonte: BNews

Apesar da forte queda no número de mortes por Covid nos últimos meses, o Brasil é um dos países que menos reduziram óbitos ao longo de 2021, na comparação com outras nações que também enfrentaram momentos difíceis na pandemia.

Do lado positivo, houve neste ano no Brasil uma redução maior do que a que ocorreu entre julho e dezembro de 2020, quando os números pareciam apontar para o fim da pandemia —até a chegada da variante gama, surgida no Amazonas, e da maior crise de saúde que o país viveu.

Agora, o Brasil tem a seu favor a campanha de vacinação, que já atingiu 64% dos brasileiros com ao menos uma dose. Na comparação com o pico da pandemia de 2021, em 12 de julho, a média móvel de mortes da segunda (30) era 79% menor.