Reprodução/ Estadão Conteúdo

A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou em entrevista coletiva nesta segunda-feira, 21, que 156 países aderiram oficialmente à Covax, aliança global que visa acelerar o desenvolvimento de vacinas contra à Covid -19 e fazer uma distribuição equitativa do imunizante. “Mais de 156 economias trabalharão juntas para garantir a vacina por meio da Covax”, disse Seth Berkley, CEO da Vaccine Alliance, órgão que colidera a iniciativa junto com a OMS. O número é menor do que havia sido anunciado no início do mês, quando 165 nações tinham interesse de participar da aliança.


A alta no preço do arroz, que em alguns lugares já está custando R$ 40 o pacote de cinco quilos, deixou o país em alerta. Mas bem antes do grão virar manchete, a população de Cachoeira do Sul, no Rio Grande do Sul, já tinha outra preocupação: a Feira Nacional do Arroz (Fenarroz) não terá mais uma rainha, e Eduarda Prade, eleita em 2018, foi a última a receber a coroa da dinastia das soberanas, como são chamadas. Ou seja, não sobrou nem para o arroz de festa.

O evento, o maior do setor em todo o país, acontece a cada dois anos no município que já foi o maior produtor de arroz no Brasil. Hoje, ocupa o 12º para tristeza de Eduarda. Não, ela não é uma produtora agrícola. Longe disso. Aos 21 anos, está estudando Arquitetura e Urbanismo. Como última detentora do título de Rainha do Arroz, no entanto, uma tristeza. “Estudei bastante quando concorri. Toda a história da minha cidade e o vínculo com a produção. O arroz tem fundamental importância para nós. Muitos habitantes vivem do plantio e as rainhas prestavam um papel de divulgar tudo isso e resgatar a tradição”, explica a bela gaúcha.


O chefe do programa de emergências da Organização Mundial da Saúde (OMS), Mike Ryan, disse hoje (22) que, apesar dos progressos feitos no desenvolvimento de vacinas contra a Covid-19, muitas já em testes finais, seu uso só deve ser esperado para o início de 2021. “Na realidade, só na primeira parte do próximo ano começaremos a ver as pessoas serem vacinadas”, disse Ryan. Segundo o diretor, a OMS vem trabalhando para garantir uma ampla distribuição das vacinas mas, enquanto isso não acontece, é preciso frear a propagação do vírus.


Uma nova nuvem de gafanhotos surgiu no Paraguai e colocou novamente em alerta as autoridades brasileiras devido ao potencial risco de destruição de plantações. Os insetos estão no Parque Nacional Defensores del Chaco, em Teniente Pico, a cerca de 300 quilômetros da fronteira do Brasil e da Argentina. Conforme o Serviço Nacional de Qualidade e Sanidade Vegetal e de Sementes do Paraguai (Senave), caso haja condições climáticas ideais, o aglomerado de gafanhotos pode se movimentar para as regiões de Boquerón, na fronteira com Bolívia e Argentina, ou Alto Paraguai, na fronteira entre Brasil e Bolívia com o Paraguai.


Foto: Agência Brasil

A embaixada da China no Cazaquistão alertou à população sobre um surto de pneumonia que seria “mais letal que a Covid-19”. Na quinta-feira (9), o órgão afirmou, em um comunicado, que houve um “aumento significativo” de casos. Desde meados de junho, as cidades de Atyrau, Aktobe e Shymkent são as que mais sofrem com o aumento de pacientes. De acordo com a embaixada, no Cazaquistão, a pneumonia matou 1.772 pessoas na primeira metade do ano, com 628 mortes somente em junho, incluindo cidadãos chineses.


Foto: Reprodução/Tedros Ghebreyesus – Diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS)

Já passados seis meses do início da crise do coronavírus, com mais de 100 dias de isolamento social no Brasil, a Organização Mundial da Saúde (OMS) alerta que o mundo está ainda distante de ver o final da pandemia e que a atual crise política, falta de unidade nacional e divisão global estão aprofundando o caos. “A dura realidade é que não está nem perto de acabar”, afirmou Tedros Ghebreyesus, diretor-geral da OMS. Segundo ele, se o mundo continuar dividido e não houver união nacional, “o pior está ainda por vir”.


Foto: Reprodução/Brasil 247

Uma gigantesca mancha opaca encobre há dias parte do Oceano Atlântico. Nas imagens capturadas por satélites, uma nuvem marrom que vai da África até o Caribe cobre os tradicionais azul e branco vistos por satélite. Esse é um sinal inequívoco de que uma nuvem de ar do Saara — uma massa de ar muito seco e com poeira do deserto africano — se move em direção às Américas. Alguns especialistas chamam ela de “nuvem de poeira Godzilla”. Se trata de um fenômeno recorrente a cada ano, mas que parece ter se intensificado em 2020.


Moradores do município de Tuchín, distrito de Cordoba, Colômbia, que descumprem as medidas restritiva impostas pela prefeitura no combate a Covid-19 estão sendo punidas de maneira inusitada.Aqueles que infringem as recomendações estão sendo presos ao pé em praça pública. Segundo o prefeito da cidade de 35 mil habitantes, Aléxis Salgado, a punição tem origem povo indígena Zenú, naturais da região.


Foto: Mark Mitchell/Pool/AFP

Nova Zelândia, Islândia e Japão conseguiram o que parece impossível a países como Brasil ou Estados Unidos: contiveram a epidemia do novo coronavírus. Não apenas achataram a curva de contágio, mas a esmagaram por completo. Que lições tais países tem a nos ensinar?

Na Nova Zelândia, o último caso foi confirmado há dez dias. Há, segundo o Wall Street Journal, apenas um ativo, uma mulher diagnosticada em 1º de maio. Na Islândia, apenas dois haviam sido registrados até a metade de maio. No Japão, o número de casos diários caiu a 0,5 por 100 mil habitantes, atingindo a meta que permitiu ao governo suspender o estado de emergência no último dia 25, uma semana antes do prazo.