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O governo de Pernambuco solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF), ingresso na ação em que o Estado da Bahia pede autorização para uso emergencial da vacina Sputnik V no Brasil. Além de Pernambuco, Piauí e Maranhão fizeram o mesmo pedido. A Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Bahia (OAB-BA), as Defensorias Públicas de todo o país e o Colégio Nacional dos Procuradores Gerais dos Estados e do Distrito Federal (Conpeg) também solicitaram entrada no processo. O governo baiano quer que o STF autorize o estado a usar a vacina, mesmo sem aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A Procuradoria-Geral do Estado (PGE) defende que o Supremo reconheça a inconstitucionalidade do artigo que prevê liberação da compra de vacinas não autorizadas pela Anvisa, sob condição de que elas tenham sido aprovadas por cinco agências reguladoras internacionais, como as dos Estados Unidos e União Europeia. (VN)


Neste domingo (24) diversos usuários, em várias redes sociais, denunciaram um significado pejorativo do termo “baiano” ao fazer pesquisa no Google. O primeiro resultado ao pesquisar a expressão “o que é ser baiano”, de acordo com o site ‘Dicionário inFormal’ , trazia um significado depreciativo. “Pessoa brega, que gosta de chamar atenção de uma forma estranha, ridícula. O cara pintou o carro de verde-limão com estampas cor-de-rosa só para chamar atenção. É um baiano mesmo”, diz o texto do dicionário.

Após uma grande repercussão, o site mudou a descrição. “Ser baiano é ter sempre um sorriso no rosto, hospedeiro, inteligente, e ter a certeza que não a um povo tão unido como o povo do Nordeste”, diz o novo texto. Após a mudança, os Influencers voltaram a se pronunciar.


Foto: Fernando Vivas / GOVBA

O presidente do Consórcio Nordeste e também membro do Fórum dos Governadores, Wellington Dias (PT), solicitou a prorrogação do estado de calamidade pública no Brasil ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) por mais 180 dias. O ofício foi assinado em nome dos dois colegiados. As informações são do portal G1. A justificativa dos gestores estaduais é de que o estado de calamidade pública seja prorrogado pelo fato de não haver previsão da imunização de toda a população, além do aumento do número de casos confirmados, da ocupação de leitos e elevação na taxa de transmissibilidade do novo coronavírus.

“Essa iniciativa asseguraria a continuidade de ações de proteção àqueles que vivem em situação de vulnerabilidade social e que necessitam de auxílios correspondentes”, declararam os governadores no ofício.