Foto: Reprodução 

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é alvo de um inquérito aberto pela Polícia Federal para investigar declarações que ele fez em novembro do ano passado. A investigação foi aberta a pedido do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, que acusa Lula de violar a Lei de Segurança Nacional por afirmar que Bolsonaro governa para milicianos. O petista foi ouvido em Brasília, nesta quarta-feira (19). As investigações correm em sigilo.

Lula prestou depoimento no posto da PF no Aeroporto de Brasília. Ao ser concluído, o inquérito pode ser enviado ao Poder Judiciário, caso ocorra indiciamento. As declarações do ex-presidente que motivaram o ato de Moro, ocorreram no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Paulo, após ele ser libertado da prisão.


Em discurso na Câmara, o deputado federal Eduardo Bolsonaro deu “banana” e atacou deputadas de esquerda que criticaram o presidente Jair Bolsonaro pela fala sexista contra a jornalista Patrícia Campos Mello. “Pode gritar à vontade, só raspa o sovaco, porque senão dá um mau cheiro do caramba”, disse Eduardo Bolsonaro após manifestação das deputadas. Ainda em seu discurso, o legislador afirmou que não adianta dizer que as parlamentares representam as mulheres fazendo “corinho”.  “Vocês vão ter que nos engolir”.

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A Tarde


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Imagem Ilustrativa/O presidente da República, Jair Bolsonaro, e o ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, durante cerimônia de posse aos presidentes de bancos públicos, realizada no Palácio do Planalto, em Brasília Evaristo Sá/AFP

O ministro Onyx Lorenzoni aceitou trocar a Casa Civil pelo Ministério da Cidadania. O general Walter Souza Braga Netto já foi convidado para ocupar a Casa Civil. O atual titular da Cidadania, Osmar Terra, foi chamado no final da tarde para reunião com o presidente Jair Bolsonaro, ele deve deixar o governo. Onyx teve sua atuação na Casa Civil esvaziada seguidas vezes e Bolsonaro já procurava um militar, sem pretensões políticas, para o posto. O general Braga Netto estava atualmente no comando o Estado Maior das Forças Armadas. Terra entrou em conflito com os ministro da Economia, Paulo Guedes e o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, nos últimos meses. Além disso, Bolsonaro cobrou explicações de Terra sobre o contrato milionário firmado pela pasta comandada por ele com uma empresa de tecnologia da informação, a Business Technology (B2T), investigada pela Polícia Federal. (OGlobo/Metro1)


O ministro da Economia, Paulo Guedes, comemorou hoje (12) a alta do dólar e que o aumento do valor da moeda americana é “bom para todo mundo”. Na avaliação do chefe do plano econômico do governo Bolsonaro, com o dólar mais baixo, “todo mundo” estava indo para a Disney, nos Estados Unidos, inclusive “empregada doméstica”. Ele recomendou para brasileiros que façam viagens pelo Brasil ao invés de ir ao exterior. “O câmbio não está nervoso, (o câmbio) mudou. Não tem negócio de câmbio a R$ 1,80. Todo mundo indo para a Disneylândia, empregada doméstica indo para Disneylândia, uma festa danada. Pera aí. Vai passear em Foz do Iguaçu, vai passear ali no Nordeste, está cheio de praia bonita. Vai para Cachoeiro do Itapemirim, vai conhecer onde o Roberto Carlos nasceu, vai passear o Brasil, vai conhecer o Brasil. Está cheio de coisa bonita para ver”, disse o ministro, durante um evento em Brasília.


Imagem Ilustrativa

O presidente Jair Bolsonaro se manifestou nesta quarta-feira(5) em relação à campanha do governo que incentiva a abstinência sexual como prevenção de gravidez precoce e infecções sexualmente transmissíveis. “Uma pessoa com HIV, além de ser um problema sério para ela, é uma despesa para todos aqui no Brasil”, disse ao sair do Palácio da Alvorada. Bolsonaro ainda utilizou o Partido dos Trabalhadores como justificativa para suas ações. Segundo o capitão, o programa foi criado, pois “essa liberdade que pegaram ao longo do PT que vale tudo chega a esse ponto, uma depravação total”. O programa que incentiva a abstinência sexual é idealizado pela ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, junto com o Ministério da Saúde. (Metro1)


Imagem Ilustrativa / Robinson Almeida

O vice-líder do governo na Assembleia Legislativa (Alba), deputado Robinson Almeida (PT), acusou o governo federal de não repassar R$ 500 milhões referentes a obras e ao sistema de saúde da Bahia. O parlamentar usou a tribuna da Casa para denunciar o caso, atribuindo a responsabilidade ao presidente Jair Bolsonaro. “A Bahia está sendo perseguida pelo governo Bolsonaro. Jair Bolsonaro mantém uma retaliação implacável contra nosso estado e dá um calote de R$ 500 milhões. Ele não paga o que deveria ser a parte do governo federal nas obras do metrô, concluídas e em funcionamento, na nossa capital”, começou Robinson. De acordo com o petista, faltam ser repassadas verbas dos corredores de vias estruturas, já executadas pelo governo do estado para ligar a orla atlântica de Salvador ao Subúrbio Ferroviário. Hospitais baianos também não foram credenciados no Sistema Único de Saúde, como o Hospital da Chapada e o Hospital da Costa do Cacau. Ainda segundo Robinson, os referidos hospitais, policlínicas e obras de infraesturutra estão em funcionamento exclusivamente por causa dos recursos próprios do governo do estado. (Bahia.Ba)


O presidente Jair Bolsonaro recuou e decidiu que não irá desmembrar o Ministério da Justiça e Segurança Pública, comandado por Sergio Moro. A possibilidade havia sido ventilada por ele nesta quinta-feira (23), após reunião com secretários estaduais da área. Com a mudança, Moro ficaria na Justiça e um outro ministro comandaria a área da segurança. Ao desembarcar em Nova Déli, na Índia, para uma viagem oficial, Bolsonaro descartou a hipótese. “O Brasil está indo muito bem. Segurança pública, os números indicam que está indo no caminho certo, e a minha máxima é: em time que está ganhando não se mexe”, afirmou o presidente.

Segundo o jornal Folha de S. Paulo, na coluna Painel, o ministro Sérgio Moro chegou a se queixar com aliados e cogitou deixar o governo caso tivesse o ministério desmembrado. Hoje, Bolsonaro rechaçou a chance de mudança na pasta. “A chance no momento é zero. Tá bom ou não? Tá bom, né? Não sei amanhã. Na política, tudo muda, mas não há essa intenção de dividir [o Ministério da Justiça]. Não há essa intenção”, completou Bolsonaro. (M1)


Agência Brasil/Imagem Ilustrativa

A proposta da emenda constitucional que permite estados, Distrito Federal e municípios adotarem regimes próprios de previdência social, com as mesmas regras da União, só começará a ser apreciada na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados após o recesso parlamentar. A chamada PEC Paralela (PEC nº 133) foi aprovada em novembro no Senado Federal.

Na última quarta-feira, 18, o presidente da CCJ, deputado Felipe Francischini (PSL-PR), designou a si mesmo como relator para avaliar a constitucionalidade da medida. A expectativa de analistas ouvidos pela Agência Brasil é de que a PEC seja aprovada em fevereiro na CCJ, siga para análise e aprovação em comissão especial em março e abril, e finalmente vá para votação (em 1º turno) no Plenário em maio.

O provável cronograma quase se sobrepõe ao prazo previsto na Portaria nº 1.348 da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho, que estabeleceu 31 de julho do próximo ano como prazo final para estados e municípios fazerem adequações aos seus sistemas previdenciários, em linha com a reforma da Previdência que o Congresso Nacional promulgou.


Foto :Pedro França/Ag. Senado

O Ministério Público revelou, em relatório, informações sobre o esquema de lavagem de dinheiro do senador Flávio Bolsonaro. Segundo o documento, obtido pela revista Crusoé, Flávio e sua esposa, Fernanda Antunes Figueira Bolsonaro, compraram em 2012 dois apartamentos em Copacabana para lavar o dinheiro obtido por meio da “rachadinha” (esquema ilegal de repasse de salários de assessores) que acontecia no gabinete do então deputado estadual na Assembleia do Rio de Janeiro (Alerj). 


Imagem Ilustrativa/Carta Capital

O julgamento do ex-presidente Lula será retomado nesta quarta-feira (27) por juízes do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4). O novo julgamento é do recurso de Lula contra condenação em primeira instância por corrupção e lavagem no caso do sítio de Atibaia, em São Paulo. O petista, que deixou a cadeia no dia 8 de novembro, completou um sexto da pena no caso do tríplex do Guarujá, garantindo liberdade condicional. Porém, no total, são nove ações abertas contra Lula. Uma delas, que é a do sítio de Atibaia, encontra-se em estado avançado. Este caso será julgado nesta quarta e pode definir se o ex-presidente volta ou não ao regime fechado. Na ocasião, três juízes vão ler seus votos. Em caso de uma condenação por parte de apenas dois juízes, a defesa do petista pode apresentar nova apelação. (Varela Notícias)


Foto: Reprodução / camara.leg.br

O deputado federal Igor Kannário (DEM) foi acusado de agredir José da Silva Santos, que trabalhava como piscineiro em sua casa, na tarde da última sexta-feira (22). A residência do parlamentar fica localizada no Alphaville, no bairro de Abrantes, em Camaçari.

José registrou o boletim de ocorrências no 26º distrito policial em Abrantes. No boletim de ocorrências de número 19-03787, o funcionário disse que o deputado o agrediu após ele comentar com Kannário que não iria mais trabalhar com ele, pois, o custo com seu deslocamento não era viável. Logo após, o parlamentar teria agredido o empregado com um soco na região da boca.

Em seu relato, o piscineiro diz que trabalhava com o deputado há um ano e que um cidadão que estava no local, conhecido como “Rasta” conteve Kannário e viu o ocorrido. No boletim de ocorrências consta que o deputado foi acusado de lesão corporal leve e seu funcionário passou por exame de corpo de delito.

Procurada pelo Bahia Notícias, a assessoria do deputado Igor Kannário não atendeu as tentativas de contato.


Imagem Ilustrativa

O presidente Jair Bolsonaro afirmou que o número de seu novo partido, o Aliança pelo Brasil, será 38. O anúncio foi feito durante sua live semanal transmitida no Facebook, nesta quinta (21). Bolsonaro também admitiu que, caso o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) não autorize a coleta de assinaturas por meio eletrônico, o seu partido não deverá estar homologado para disputar as eleições do ano que vem.

“Por ocasião das eleições do ano que vem, acredito que nós podemos ter o partido funcionando, desde que as assinaturas sejam de forma eletrônica. Caso contrário, nós só poderemos estar em condições de disputar as eleições, aquelas de 2022”, disse. “E o número escolhido é o 38. Tínhamos poucas opções e acho que o número 38 é mais fácil de gravar”, acrescentou.