Ex-presidente da República e senador, Fernando Collor é alvo de uma operação da Polícia Federal na manhã desta quarta-feira (21). A apuração tenta desvendar um esquema criminoso, ocorrido entre os anos de 2014 e 2015, envolvendo o pagamento de vantagens indevidas para obtenção de licença ambiental do Porto Pontal Paraná, expedida pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).


Foto: Reprodução / Agência Brasil

O governador Rui Costa (PT) comentou durante coletiva de imprensa, na manhã desta terça-feira (20), sobre a declaração do presidente Jair Bolsonaro a respeito da vacina contra covid-19. O chefe do executivo garantiu nesta segunda-feira (19) que não haverá obrigatoriedade da vacinação no Brasil. No entanto, o petista reprovou a posição do presidente. “É uma tristeza, é uma vergonha para o país onde um mundo há séculos cuida para diminuir o número de mortes da humanidade fazendo campanhas para vacinação, e e o presidente ir a público desestimular, colocar em dúvida a política de vacinação”, disse governador.


Trechos do relatório da Polícia Federal sobre a operação que realizou busca e apreensão na casa do senador Chico Rodrigues (DEM-RR) apontam que o parlamentar tinha R$ 15 mil “no interior de sua cueca, próximo às suas nádegas”. O dinheiro foi descoberto quando o senador pediu para ir ao banheiro e um delegado da PF “percebeu que havia um grande volume, em formato retangular, na parte traseira das vestes do senador”.


Foto: NELSON JR./ASCOM/TSE

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) considera a possibilidade de substituir as urnas eletrônicas e promover a votação pelo aparelho celular. Segundo o portal UOL, 31 empresas já manifestaram interesse em desenvolver uma tecnologia para viabilizar a possibilidade. De acordo com a publicação, o principal intuito da Corte eleitoral é diminuir a abstenção dos eleitores, que vem crescendo nos últimos anos. Um edital lançado no dia 28 de setembro recebeu inscrições de startups a multinacionais como Amazon e IBM.


Candidatos que dispararem Whatsapp e SMS sem autorização explícita dos usuários nas eleições estão sujeitos à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), em vigor desde setembro deste ano. A intenção da lei é garantir segurança e transparência às informações pessoais dos cidadãos. A LGPD define uma série de normas para a utilização de dados pessoais – aqueles que podem identificar alguém, como nome, CPF e número de telefone, entre outros.


Foto: Agência Brasil

Polícia Federal vai usar um sistema de inteligência para detectar especificamente a existência de candidaturas de laranjas nas eleições municipais deste ano. O programa funciona fazendo automaticamente um cruzamento de dados entre o número de votos dos candidatos e o valor de recursos recebidos. Em 2018, partidos foram acusados de desviarem dinheiro de mulheres para homens ou para outros fins, burlando a cota feminina. Neste ano, a suspeita é que a prática pode alcançar também candidatos negros.


Sérgio Lima/Poder360 19.nov.2019

Os procuradores da força-tarefa da Lava-Jato de Curitiba reagiram após o presidente Jair Bolsonaro dar como encerrada a operação, em razão de não existir mais casos de corrupção em seu governo. Em nota, os membros alegaram que o discurso de Bolsonaro aponta para falta de conhecimento sobre a necessidade da permanência da Lava-Jato para combater a corrupção. “Sobretudo, reforça a percepção sobre a ausência de efetivo comprometimento com o fortalecimento dos mecanismos de combate à corrupção”, diz o texto.


O presidente Jair Bolsonaro afirmou que acabou com a operação Lava-Jato, pois, segundo o próprio, não há mais corrupção no governo. A declaração foi dada nesta quarta-feira (07) em evento no Palácio do Planalto. “É um orgulho, uma satisfação que eu tenho dizer para essa imprensa maravilhosa nossa que eu não quero acabar com a Lava Jato, eu acabei com a Lava Jato, porque não tem mais corrupção no governo”, disse o presidente. Ele afirmou que é obrigação fazer um governo de “peito aberto”, não uma virtude.


O deputado federal Alexandre Frota (PSDB-SP) apresentou à Polícia Federal dados coletados pela Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) das Fake News, que aponta suposto esquema de “linchamento virtual”, com uso de notícias falsas, envolvendo o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP). A informação é da Folha. Os documentos foram entregues durante a oitiva do parlamentar, ocorrida no último dia 29, no inquérito que apura o financiamento e realização de atos antidemocráticos. Frota entregou aos investigadores endereços IPs de computadores que haviam sido identificados pela CPMI como responsáveis pela “orientação, determinação e divulgação” de fake news e ataques virtuais.


Licínio de Almeida é uma cidade bem pequena do Sudoeste baiano, de apenas 12 mil habitantes, mas que achou um lugar gigantesco nas eleições de 2020. O município tem apenas um candidato a prefeito: Dr. Fred, candidato a reeleição. Ou seja, já está eleito. Mas a história curiosa só começa por aí. Fred vai governar pelos próximos quatro anos praticamente sem oposição. Dos 33 candidatos a vereador na cidade, apenas três são do partido rival, o Democratas. No atual mandato, apenas dois vereadores são de oposição. Dois vereadores eleitos em 2016 pelo DEM ‘pularam o muro’ e foram para a situação. Um deles, inclusive, está na chapa do mandatário como vice-prefeito. Tem mais: o líder histórico de oposição, Osmar Silveira, desistiu de disputar o pleito. 


O governo de Jair Bolsonaro saiu em defesa do repasse de R$ 7,5 milhões para um programa liderado pela primeira-dama, Michelle. O Palácio do Planalto divergiu da própria empresa que realizou a doação e disse que “o Ministério da Saúde não precisava de mais equipamentos” para testes no combate à pandemia da Covid-19.


Michelle e Jair Bolsonaro (Foto: Carolina Antunes/PR)

O governo de Jair Bolsonaro repassou R$ 7,5 milhões doados para a compra de testes rápidos da Covid-19 ao programa Pátria Voluntária, liderado pela primeira-dama, Michelle Bolsonaro.​ O dinheiro foi doado pela Marfrig, um dos maiores frigoríficos do país, no dia 23 de março, início da pandemia no país. A ideia original era adquirir 100 mil testes para a doença. De acordo com reportagem da Folha de S.Paulo, após a transferência do dinheiro, no dia 1º de julho, o governo Jair Bolsonaro consultou a Marfrig sobre a possibilidade de utilizar a verba em outras ações de combate à pandemia, não mais nos testes. O dinheiro foi então repassado ao projeto Arrecadação Solidária, vinculado ao Pátria Voluntária.