Por: Vagner Souza/BNews

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi recebido com festa pela militância petista para participar da reunião da Executiva Nacional do partido, que ocorre na manhã desta quinta-feira, no Wish Hotel da Bahia, em Salvador. Este é o primeiro evento da sigla que Lula participa após ser libertado da prisão, na esteira da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que derrubou a prisão após condenação em segunda instância.

No momento em que a entrada dele foi anunciada no salão onde acontece o evento pela presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, Lula foi ovacionado com gritos de “aqui está o povo de Lula sem medo de lutar”. 

Uma multidão se formou em torno do petista para abraçá-lo e cumprimentá-lo. Uma profusão de flashes e celulares levantados foi vista, demonstrando a ânsia de militantes por fotos do ex-presidente, que ficou 580 dias encarcerado na superintendência da Polícia Federal em Curitiba.

Ao saudar o ex-presidente, o governador da Bahia, Rui Costa, referiu-se ao correligionário como “maior presidente da história”. 

Para a reunião desta quinta, está na pauta uma apresentação feita de Rui sobre o Consórcio do Nordeste e também sobre os impactos do vazamento de óleo na região. Os petistas devem discutir, ainda, o próximo Congreso Nacional do partido, que ocorrerá em São Paulo entre os dias 22 e 24 de novembro, a eleição da nova direção nacional da legenda. As estratégias para as eleições 2020, previstas na pauta, devem ficar fora da discussão. Gleisi Hoffmann sugeriu que, por falta de tempo, o assunto seja tratado em reunião do diretório nacional do PT. 

Uma fala de Lula vai acontecer na reunião desta manhã. No entanto, o ex-presidente já deixou claro que quer mais ouvir do que falar. (BNews)


A saída do presidente Jair Bolsonaro do PSL vai rachar a bancada do partido na Câmara. Projeção feita pelo GLOBO aponta que 24 dos 53 deputados federais da sigla devem acompanhar o presidente para fundar a Aliança pelo Brasil. Outros 27 indicam que vão permanecer nos quadros da legenda, enquanto dois ainda não decidiram qual rumo vão tomar. Se a criação do partido de Bolsonaro for adiante, a tendência é que as forças de centro se fortaleçam ainda mais no Congresso. Com a base esfacelada, o governo pode ter mais dificuldades na relação com o Legislativo. A possível migração vai alterar a dinâmica da negociação política. O PSL, segundo maior partido da Câmara, passaria a ser a nona maior bancada, caso os deputados hoje indecisos decidam continuar no partido, enquanto a Aliança pelo Brasil ficaria com a 12ª posição. O PL, integrante do centrão — que reúne ainda PP, DEM, Republicanos, PTB, PSD e Solidariedade —, seria alçado à segunda bancada, atrás do PT. O bloco informal soma mais de 250 votos na Casa. (O Globo)


Foto: Reprodução / Facebook

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) publicou nas redes sociais uma foto do encontro em Salvador com o governador da Bahia, Rui Costa, o senador Jaques Wagner e o ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, todos do PT. Além deles, aparecem na fotografia a presidente nacional do PT, a deputada federal Gleisi Hoffmann, e os governadores da sigla, Fátima Bezerra (Rio Grande do Norte) e Wellington Dias (Piauí). Todos desembarcaram na capital baiana nesta quarta-feira (13) à noite. Nesta quinta-feira (14), a Executiva nacional da sigla se reúne no Wish Hotel Bahia, no Campo Grande. Na reunião, os petistas devem debater estratégias para eleição do próximo ano. 


Imagem: Rede Globo

O presidente Jair Bolsonaro chamou neste sábado (9) de “canalha” e “presidiário” o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que na sexta-feira (8) deixou a prisão em Curitiba, após 580 dias. Pela manhã, Bolsonaro publicou mensagem em uma rede social, na qual chamou ex-presidente de “canalha”, embora não o tenha mencionado nominalmente. “Amantes da liberdade e do bem, somos a maioria. Não podemos cometer erros. Sem um norte e um comando, mesmo a melhor tropa, se torna num bando que atira para todos os lados, inclusive nos amigos. Não dê munição ao canalha, que momentaneamente está livre, mas carregado de culpa” escreveu. Mais tarde, ao deixar o Palácio da Alvorada para participar de um almoço no Clube Pandiá Calógeras, no Setor Militar Urbano, em Brasília, foi indagado por repórteres a respeito da libertação de Lula. Respondeu que não vai “contemporizar com presidiário”. “A grande maioria do povo brasileiro é honesto, trabalhador e nós não vamos dar espaço nem contemporizar com presidiário. Tá solto, mas continua com todos os crimes dele nas costas”, afirmou. Em discurso no início da tarde durante um ato em São Bernardo, Lula disse que Bolsonaro foi eleito para “governar para o povo” e não para “os milicianos do Rio de Janeiro”. Condenado em duas instâncias no caso do tríplex no Guarujá, no âmbito da Operação Lava Jato, Lula cumpria pena de 8 anos, 10 meses e 20 dias. Nesta sexta, o juiz Danilo Pereira Jr. autorizou que ele recorra em liberdade, depois de o Supremo Tribunal Federal (STF) ter derrubado a possibilidade de prisão após condenação na segunda instância do Judiciário. (G1)


Foto: Roney Domingos/G1

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva discursou na tarde deste sábado (9) em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, e disse que Jair Bolsonaro foi eleito para governar para o povo brasileiro e não para os milicianos do Rio. Lula fez um discurso agressivo e atacou o ministro da Economia, Paulo Guedes, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, o procurador da República Deltan Dallagnol e a Operação Lava Jato. “Eu duvido que o Moro durma com a consciência tranquila que eu durmo. Eu duvido que o tal do Dallagnol durma com a consciência tranquila que eu durmo.

Aliás, eu duvido que o seu Bolsonaro durma com a consciência tranquila que eu durmo. Eu duvido que o ministro demolidor de sonhos, destruidor de empregos, destruidor de empresas públicas brasileiras, chamado Guedes, durma com a consciência tranquila que eu durmo. E eu quero dizer pra eles, eu estou de volta”.

Lula foi solto nesta sexta-feira (8) após decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) e 580 dias preso. O ex-presidente passou a noite em Curitiba e embarcou em um avião fretado na manhã deste sábado rumo a São Paulo.

Em São Bernardo do Campo, estavam presentes Fernando Haddad, Marcelo Freixo, Guilherme Boulos, Gleisi Hoffmann e outras lideranças do Partido dos Trabalhadores (PT). A fala do ex-presidente durou cerca de 1 hora. Lula disse que o Brasil já foi “respeitado no mundo inteiro”.

“Não adianta ficar preocupado com as ameaças que eles fazem na televisão. Que vai ter miliciano, que vai ter o AI-5 outra vez. A gente tem que ter a seguinte decisão: esse país é de 210 milhões de habitantes e a gente não pode permitir que os milicianos acabem com esse país que nós construímos”, disse em ataque ao governo de Jair Bolsonaro. (G1)


Foto: Ricardo Stuckert/ Instituto Lula

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva deixou a Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba, onde estava preso desde o dia 7 de abril de 2018. Nesta sexta-feira (8), o juiz Danilo Pereira Junior, substituto da 12ª Vara de Execuções Penais, emitiu a decisão determinando a soltura do petista.

Desde o início da tarde de hoje apoiadores do ex-presidente se reuniram na frente do prédio da PF aguardando a decisão de soltura e a saída de Lula.

A decisão se deu após pedido da defesa de Lula nesta sexta, um dia após o Supremo Tribunal Federal (STF) votar e decidir por derrubar a prisão de condenados em segunda instância. Os ministros do Supremo decidiram na quinta-feira (7), por 6 votos a 5 que, segundo a Constituição, ninguém pode ser considerado culpado até o trânsito em julgado, fase em que não cabe mais recurso, e que a execução provisória da pena fere o princípio da presunção de inocência.

O ex-presidente foi condenado em duas instâncias no caso do triplex em Guarujá, em São Paulo, e ainda aguarda julgamento de recursos em cortes superiores. Ele cumpre pena de oito anos, 10 meses e 20 dias. O ex-presidente nega as acusações e diz ser inocente.

Bahia Notícias


Imagem Ilustrativa/Rede Brasil Atual

O presidente Jair Messias Bolsonaro afirmou em entrevista ao Domingo Espetacular, da TV Record. no último domingo (3), que existe 80% de chance de deixar a sua sigla e 90% de criar um novo partido. “É 80% para sair e 90% para criar um novo partido, que vai começar do zero. Sem televisão, sem fundo partidário, sem nada”, disse.

Bolsonaro disse que as perspectivas é recolher assinaturas unto ao eleitorado para que o partido esteja pronto até março. “O meu sonho é criar um partido (…), podemos coletar assinaturas de forma eletrônica, até março eu teria um partido e, com quase uns seis mil municípios, talvez umas 200 candidaturas pelo Brasil. Eu teria como escolher, de fato, quem concorreria para aquela prefeitura”,afirmou o presidente.

Em briga com o PSL há alguns meses, o presidente enviou emissários para saber se o Partido Militar Brasileiro pode abrigá-lo, caso decida deixar a legenda pela qual foi eleito. Varela Notícias


Foto: Rádio Líder FM

Um baiano da Liberdade, bairro de Salvador, poderá disputar o cargo de presidente da república em 2022, o pré-candidato é o governador Rui Costa, que após muitos rumores, decidiu se manifestar publicamente sobre a possibilidade. Rui Correria como era chamado em 2018, foi reeleito com mais de 75% dos votos válidos da Bahia, e tem níveis de aprovação parecida com os números apresentados nas urnas. Costa convocou a esquerda para uma união e discussão de um projeto de país em oposição a Jair Messias Bolsonaro do PSL. “Mais do que projetarem nomes, os partidos deveriam deixar a vaidade de lado. Se cada um quiser se colocar um degrau acima, não vamos conseguir pensar um projeto de país. Hoje, quero construir com outras lideranças essa alternativa. Mas é óbvio que, se digo que estou disposto a construir algo, então estou disposto a assumir qualquer tarefa. Na medida em que me coloco à disposição, concordo em ser qualquer coisa, inclusive não me candidatar a nada. Quero contribuir porque o povo brasileiro não merece passar por isso que está vivendo”, disse ele.


Durante a inauguração de Maurício Pneus, nesse sábado (10), na cidade de Ubaíra, em entrevista à Equipe de Reportagem da Rádio Líder FM, o presidente do SindVale, Arnaldo, reafirmou seu apoio à Néia, mais uma postulante a conduzir a Prefeitura Municipal da cidade de Mutuípe. Néia é ex-vereadora e, na última eleição, foi candidata a vice-prefeita ao lado de Carlinhos. Atualmente, ela está como funcionária da Assembleia Legislativa da Bahia e informou que está bastante satisfeita com o apoio, não só de Arnaldo, mas também de outras lideranças.

Fonte: Rádio Líder FM/Laje


O plenário da Câmara dos Deputados aprovou na madrugada desta quarta-feira (7), em segundo turno, o texto-base da proposta de reforma da Previdência apresentada pelo governo Jair Bolsonaro.

Foram 370 votos a favor, e 124 contra —o mínimo necessário para a aprovação era de 308 apoios.

O único deputado presente que marcou “abstenção” foi Alexandre Frota (PSL-SP), que chegou a ser o coordenador da bancada do partido na comissão especial. Ele tem se envolvido em disputas internas com correligionários e criticado o governo nas redes sociais.


Foto : Luis Macedo/ Câmara dos Deputados

A discussão sobre a proposta de reforma da Previdência deve ser retomada hoje (06) pela Câmara dos Deputados. A matéria foi aprovada em primeiro turno, em julho, por 379 votos a 131. Agora, os deputados iniciarão a votação da proposta em segundo turno. A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) só será aprovada se tiver os votos favoráveis de ao menos três quintos dos parlamentares: 308 dos 513 deputados.

Se aprovada, a reforma seguirá para o Senado.

As sessões desta terça estão marcadas para a partir das 13h. Antes de entrar no mérito da reforma, os deputados deverão, contudo, analisar um pedido de dispensa do intervalo de cinco sessões entre o primeiro e o segundo turno. Até agora, só foram realizadas três sessões. Partidos aliados ao governo pretendem manter o texto aprovado em primeiro turno. Já os deputados de oposição querem apresentar sete destaques para tentar modificar a proposta. M1


O ministro da Justiça, Sergio Moro, afirmou nesta terça (02) que não há perseguição a jornalista e evitou confirmar a informação de que a Polícia Federal estaria investigando as atividades financeiras do jornalista Glenn Greenwald, do The Intercept Brasil. O site O Antagonista noticiou nesta terça que a PF pediu ao Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), vinculado ao Ministério da Fazenda, informações sobre Greenwald. O Intercept tem publicado reportagens sobre mensagens atribuídas a Moro e à força-tarefa da Lava Jato em Curitiba. “A questão da investigação está com a Polícia Federal. Não há qualquer perseguição a jornalista e qualquer questionamento a esse respeito tem que ser feito à PF. Respeitamos a liberdade de imprensa”, disse o ministro, ao ser questionado, em audiência na Câmara dos Deputados, sobre o suposto pedido da PF ao Coaf.