O mundo está vivendo um surto preocupante de sarampo, e o Brasil faz parte do grupo dos 10 países que são os maiores responsáveis por essa guinada de 2017 para 2018. O alerta vem do Unicef: segundo a instituição, globalmente, 98 países registraram mais casos da doença em 2018 do que em 2017. Os 10 países com situação mais crítica são responsáveis por 74% deste aumento (além do Brasil, são eles: Ucrânia; Filipinas; Iêmen; Venezuela; Sérvia; Madagascar; Sudão; Tailandia; e França). O Brasil vinha de uma sequência de zero casos em 2015, 2016 e 2017 – em 2016, inclusive, ganhou um certificado da OMS (Organização Mundial da Saúde) de eliminação do sarampo.  Mas, então, veio 2018: 10.262 casos. Inversamente proporcional a este aumento acelerado foi a diminuição da cobertura vacinal da população.


Uma jovem de 24 anos decidiu tirar a própria vida, na manhã desta quinta-feira (21), em Jequié. De acordo com informações da polícia, Fernanda dos Santos teria ingerido medicamentos sem indicação médica, na casa onde morava na Rua C, Quadra 13, Condomínio Vida Nova, na localidade de Baixa do Bonfim, no bairro Jequiezinho. Mãe de três filhos, ela estava em processo de separação do seu companheiro e o fim do relacionamento teria motivado a decisão da jovem de cometer o suicídio, conforme relato da mãe de Fernanda. Antes do cometimento, ela teria enviado um vídeo ao companheiro informando que iria se suicidar. No aparelho celular da mãe, foi encontrada uma mensagem encaminhada pela jovem: ”Minha rainha perdoe sua filha pelas besteiras ditas mais que são só da boca pra fora saiba que te amo e nunca vai ter mãe melhor que a senhora te amo tanto minha rainha que o meu peito não se aguenta as vezes erramos em não dizer o que sentimos mais você é joia mais preciosa que tenho. Sei que pra tudo posso contar contigo. E nesse momento eu só te peço que olhe pelos nossos pequenos. Te amo rainha eternamente”. O corpo foi encaminhado por peritos do DPT ao Instituto Médico Legal de Jequié.


Gessica passou mal e morreu aos 27 anos. Foto: Arquivo pessoal

A jovem Gessica Nascimento, oriunda de Jaguaquara, morreu na manhã desta quarta-feira (20) após sentir-se mal em casa, em Salvador, onde morava e trabalhava como gerente comercial. De acordo com informações, um irmão de Gessica, que teria ido visitá-la acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência a pedido da mesma, que reclamava de fortes dores, mas quando a equipe de socorristas chegou ao imóvel a jovem já estava sem sinais vitais. Gessica era filha de uma família conhecida em Jaguaquara. Os seus pais residem no bairro Popular. Ela era ex-aluna do CEEP Pio XII e chegou a cantar em um grupo musical da cidade, Forrozão os Balas. O corpo está sendo transladado de Salvador e será sepultado nesta quinta-feira em Itaquara.


A moradora do Ribeirão, Isabela Rodrigues Moura está necessitando de doação de sangue, tipo O Rh Negativo. A jovem está internada em Santo Antonio de Jesus – SAJ.

Informações: (75) 9 8839-4443 ou  9 8878-5875.

Ou procurar a unidade do Hemoba de SAJ.

Os requisitos para doação de sangue são:

  • Estar em boas condições de saúde

  • Ter entre 16 e 69 anos. Pessoas acima de 60 anos só podem doar se já tiverem doado sangue alguma vez antes dessa idade

  • Pesar no mínimo 50kg

  • Estar descansado (ter dormido pelo menos 6 horas nas últimas 24 horas)

  • Estar alimentado, por isso evite alimentos gordurosos e aguarde até 2 horas para doar

  • Apresentar documento original com foto, que permita o reconhecimento do candidato, emitido por órgão oficial (Carteira de Identidade, Cartão de Identidade de Profissional Liberal, Carteira de Trabalho e Previdência Social).

  • Pessoas com menos de 18 anos precisam estar acompanhadas dos responsáveis ou com formulário de autorização. 

(Mídia Bahia)


No fim do governo Temer, o Ministério da Saúde deixou de importar um medicamento essencial para o tratamento de cinco tumores raros no Brasil. Sem aviso prévio, a responsabilidade foi passada para os hospitais oncológicos do SUS. Sem recursos para uma compra de emergência, alguns hospitais enfrentam desabastecimento do quimioterápico actinomicina-D, e ao menos 5.000 pacientes correm risco de ter a terapia interrompida. O ofício do ministério tem data de 7 de dezembro, mas, por conta das festas de fim de ano e da mudança nos governos estaduais, muitas instituições só souberam da decisão no início deste mês. “Muita gente nem recebeu o comunicado oficial, ficou sabendo pelas comunidades médicas. Mesmo que hospitais queiram comprar neste momento, tem a burocracia envolvida na importação, que pode levar seis meses”, explica o presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica, Cláudio Galvão de Castro Júnior. Ainda em dezembro, no dia 20, Vilela encaminhou um ofício ao Ministério da Saúde sugerindo que a pasta estabelecesse um cronograma de transição, mas não teve reposta nem da gestão anterior e nem da atual. “É uma situação muito preocupante, pegou todo mundo de surpresa. Isso foi feito de forma brusca unilateral, sem nenhum diálogo”, conclui.