Depois da Secretaria da Saúde de São Paulo (leia aqui), o Ministério da Saúde também concluiu a investigação sobre o caso de uma adolescente de 16 anos que morreu uma semana após ser vacinado contra a Covid-19 com o imunizante da Pfizer.

A pasta federal informou que o inquérito apontou como causa da morte um quadro causado com uma condição chamada púrpura trombocitopênica trombótica, um distúrbio autoimune de consequências graves, que leva à formação de coágulos pelo corpo.

De acordo com o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, em entrevista à Folha de S. Paulo, o relatório não diz que a morte tem relação com a vacina. “Não dá para estabelecer uma vinculação”, afirma ele. “Mas também não dá para descartar”, segue o ministro.

O relatório que traz as conclusões da investigação sobre a morte do jovem, que morava em São Bernardo do Campo (SP), ainda era divulgado.

Queiroga também comentou que não há casos como este descritos na literatura médica. “Não sabemos se será um caso único ou se outros podem aparecer”, afirma.

O ministro afirma que “mesmo que o caso estivesse vinculado ao imunizante, isso não invalidaria a vacinação [desta faixa etária]”. “Os benefícios dela são infinitamente maiores do que os riscos”, completa. (Voz da Bahia)


O município de Sapeaçu registrou na última sexta-feira, 17, o primeiro caso da variante Delta (B1.617.2).

Segundo nota divulgada pela Secretaria Municipal de Saúde, trata-se de uma adolescente de 16 anos, que não apresentou complicações, recebendo alta médica no último dia 26/08.

A variante Delta é uma das chamadas “variantes preocupantes”, classificadas pela OMS (Organização Mundial de Saúde) por terem a possibilidade de gerar reinfecção, a grande maioria dos casos novos são em pessoas que ainda não se vacinaram completamente com as duas doses e é caracterizada pelo alta poder de transmissibilidade. (Forte na Notícia)


Um voo com novo lote de 1.140.750 doses da vacina da Pfizer contra a Covid-19 aterrissou na manhã deste domingo (19) no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP).

Com esta entrega, a farmacêutica completa esta semana a entrega de 8,4 milhões de doses para o Programa Nacional de Imunizações (PNI), responsável pela distribuição para estados e municípios.

Ao longo da semana, foram oito voos que partiram do aeroporto Internacional de Miami, nos Estados Unidos, com destino ao aeroporto do interior paulista.

A vacina da Pfizer contra Covid-19 é a única indicada pelo Ministério da Saúde para ser administrada como terceira dose em idosos e em adolescentes com comorbidades. A decisão de não vacinar adolescentes sem comorbidades vem enfrentando críticas de cientistas e médicos.

Segundo o Ministério da Saúde, a vacina da Pfizer/BioNTech é a terceira mais utilizada no Brasil.

Também estão disponíveis no PNI a Coronavac (Sinovac/Butantan), as vacinas de Oxford/AstraZeneca e Janssen.

100 milhões de doses em setembro

O Ministério da Saúde já recebeu mais de 74 milhões de doses do primeiro contrato com a Pfizer, assinado em março de 2021. O contrato prevê a entrega de 100 milhões de vacinas no total até o final de setembro.

A pasta também negociou, em outro contrato assinado em maio, a entrega de outras 100 milhões de doses entre outubro e dezembro. Segundo a Pfizer, o cronograma será cumprido.

Ou seja, no total, serão enviadas 200 milhões de doses até o fim do ano. (CNN)


A média móvel de novos casos da Covid-19 está abaixo de 400 na Bahia há uma semana, segundo o boletim epidemiológico da Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab), divulgado nesta quinta-feira (16).

Nas últimas 24 horas, foram registrados 458 casos, 399 recuperados e 23 mortes pela doença. Apesar de as mortes terem ocorrido em diversas datas, a confirmação e registro foram feitos hoje. A taxa de ocupação das UTIs é de 29% nos leitos adultos e 62% nos pediátricos.

Dos 1.227.870 casos confirmados desde o início da pandemia, 1.198.989 foram recuperados, 2.169 estão ativos e 26.712 tiveram morte confirmada. 

O boletim também contabiliza 1.522.497 casos descartados, 233.796 em investigação e 51.962 testes positivos para Covid entre profissionais da saúde.

A Bahia já vacinou 85,45% da população adulta (com 18 anos ou mais), o equivalente a 11.087.169 pessoas. (BN)


Um novo lote com 166.140 doses da vacina contra a Covid-19 chegou à Bahia na manhã desta quinta-feira (16). A informação foi confirmada pela Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab). Toda a carga é composta por doses de vacinas da Pfizer/BioNTech.

O avião que trouxe a remessa pousou no aeroporto de Salvador às 9h35. Os imunizantes passarão por conferência antes de serem distribuídos pelas cidades baianas.

Além da remessa da Pfizer, deve chegar às 14h15 desta quinta uma carga com 95.250 doses da vacina Oxford/AstraZeneca.

Com as novas remessas, a Bahia chegará ao total de 18.231.508 doses de vacinas recebidas, sendo 6.793.918 da Sinovac/Coronavac; 6.846.830 da Oxford/AstraZeneca; 4.329.660 da Pfizer e 261.100 da Janssen.

Fonte: Metro1

A taxa de transmissão da Covid-19 no Brasil registrou queda, conforme o monitoramento do Imperial College, de Londres. A universidade vem acompanhando indicadores da pandemia desde o ano passado e apontou, nesta terça-feira (14), que o indicador do fator Rt fechado no dia anterior chegou a 0,81 – o menor número registrado em 2021.

O fator Rt (taxa de transmissão) corresponde a quantidade de pessoas que podem ser infectadas a partir de um único indivíduo diagnosticado com o novo coronavírus, além de indicar a evolução da pandemia nos países.

Ao registrar o indicador no patamar 0,81 no Brasil, a universidade britânica aponta que 100 pessoas contaminadas com a Covid-19 podem transmitir para outras 81. Considerando a margem de erro, o Rt varia entre 0,66 e 0,91.

Reportagem da CNN Brasil lembra que esta é a segunda vez neste ano que a taxa de transmissão no Brasil – desconsiderando a margem de erro – fica abaixo de 0,90. O mesmo ocorreu na semana encerrada em 12 de julho, quando o dado era de 0,88.

Entre os 68 países com transmissão ativa e que tiveram seus dados divulgados pela Universidade, o Brasil está na 16ª posição. A transmissão da doença é maior que a de países como Indonésia (0,60), Mongólia (0,69) e Chile (0,69) – que ocupavam as três primeiras posições no ranking desta terça-feira (15).

Até a noite desta segunda-feira, o Brasil registrava 587.066 mortes e 21.006.424 casos confirmados pela doença, de acordo com o Ministério da Saúde. (Bahia Notícias/CNN)