Imagem Ilustrativa / Google Imagens

A plataforma de troca de mensagens WhatsApp desapareceu da Play Store da Google durante algumas horas, no começo do último fim de semana, segundo relatou o The Next Web.
A razão pela qual o ícone da plataforma desapareceu da loja virtual da Google não foi esclarecida, mas um representante do serviço informou que o WhatsApp estava de volta à Play Store e a situação estava normalizada.

O The Next Web indicou que o WhatsApp não estava disponível no Reino Unido e na Holanda – excetuando o serviço WhatsApp for Business. A situação, ainda que temporária, afetou apenas utilizadores Android, uma vez que a app continuava disponível na loja virtual da Apple.- Anúncio –

(Notícias ao Minuto)


CTPS Digital irá identificar trabalhador apenas pelo CPF — Foto: Rubens Achilles/TechTudo

A CTPS Digital, versão para Android e iPhone (iOS) da Carteira de Trabalho e Previdência Social, passou a ser equivalente ao documento físico. A portaria 1.065/2019, editada pelo Governo Federal nesta terça-feira (24), revelou ainda que o trabalhador será identificado no sistema apenas pelo CPF. Ao ser contratado, portanto, o cidadão não precisará mais apresentar sua carteira física. Para a habilitação do documento, o usuário deve criar uma conta no portal Gov.br. O acesso também pode ser feito por meio do aplicativo grátis para smartphone.


O Departamento de Defesa do Consumidor da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacom), do Ministério da Justiça, abriu uma investigação contra o Google por “suposta coleta de dados de crianças e adolescentes, usuários do Youtube, sem o conhecimento dos pais”, de acordo com a Agência Brasil. O órgão informou que essas informações seriam usadas “para autorizar publicidade dirigida”. Registros coletados envolvem a localização dos usuários, o tipo de aparelho utilizado e o número do telefone.


O crime de clonagem de WhatsApp já atingiu 8,5 milhões de brasileiros, segundo pesquisa realizada pela PSafe, desenvolvedora de aplicativos de segurança. O levantamento mostra que, a cada dia, 23 pessoas são vítimas dessa modalidade de golpe em todo o país. Vazamento de conversas privadas, envio de links maliciosos para outros contatos e solicitações de dinheiro aos amigos estão entre os principais prejuízos trazidos pela clonagem do mensageiro.

Apesar de não ser inédito, o golpe ganhou destaque este ano no Brasil devido aos inúmeros relatos de usuários que foram vítimas de cibercriminosos. Somente no primeiro semestre de 2019, foram registradas mais de 134 mil tentativas de roubo de WhatsApp. Sessões ativas desconhecidas no WhatsApp Web e atividades suspeitas na conta podem ser indícios de que o mensageiro está sendo clonado.


Foto: Pixabay

Um novo recurso no WhatsApp poderá chegar em breve à plataforma junto com uma nova atualização: ele será capaz de funcionar em celulares sistema Android e iOS sem a conexão da internet, o popular 3G e 4G, segundo o site especializado em tecnologia WaBetaInfo. “Você poderá usar sua conta do app em muitos dispositivos. Isso inclui a versão para Windows, para que você possa usar o aplicativo no seu computador se o seu celular não tiver dados ou conexão móvel”, informa o site. Fonte: R7


Foto: Pixabay

O WhatsApp passou a sinalizar quando uma mensagem é encaminhada muitas vezes. Quando um texto, foto, vídeo ou áudio for enviado para várias pessoas, tanto o remetente quanto o destinatário, veem um ícone de seta dupla, em vez da setinha única que aparecia junto à palavra “Encaminhado”. A estratégia, que vinha sendo testada desde março deste ano, começou a ser liberada gradualmente na sexta-feira (2) para Android e iPhone (iOS). Agora, mensagens repassadas mais de cinco vezes serão sinalizadas com a etiqueta “Frequently Forwarded” (Encaminhado com Frequência, em tradução livre), ao lado de um ícone de seta dupla. O WhatsApp também notificará os usuários que forem encaminhar mensagens já repassadas múltiplas vezes com o alerta “Essa mensagem será marcada como encaminhada muitas vezes”. A empresa afirmou que não exibirá o número exato de vezes que a mensagem foi enviada. A função faz parte dos esforços do WhatsApp para combater a desinformação, como a limitação do número de compartilhamentos para cinco pessoas de uma vez. Bahia.ba


Foto: Marcello Casal Jr./ Agência Brasil

Na terça-feira (31), o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) oficializou uma ação civil pública contra a empresa telefônica Vivo, para a suspensão do produto Mídia Geolocalizada da plataforma Vivo Ads. Em abril de 2019,  o MPDFT  já tinha instaurado o inquérito para analisar se a empresa estava utilizando ilegalmente as informações dos clientes para comercializar publicidade. As propagandas seriam escolhidas dependendo do local que o cliente está, por exemplo, se propagandas de roupas aparecem quando a pessoa está perto de lojas de roupas. Ainda, o inquérito considerava que a empresa devia explicações aos seus 73 milhões de clientes. A Vivo também disse que, dos seus 73 milhões de clientes, 43 milhões consentiram para que a empresa fizesse o uso de registros de cadastro, e 26 milhões, para o uso da localização. (Varela Notícias)


Foto: Bruno Fortuna/ Fotos Públicas

Recentes casos de invasão de celulares de figuras públicas e com notoriedade por hackers, a exemplo dos ministros Paulo Guedes (Economia) e Sergio Moro (Justiça), colocam à luz e alertam a população em geral para o cuidados que devem acompanhar o uso de aparelhos eletrônicos, como celulares e computadores, além das medidas de segurança que devem ser adotadas. Analista de dados, o professor de Sistemas das Informações da Faculdade de Tecnologia e Ciências (FTC) José Irahe listou algumas precauções que os usuários podem adotar para se tornarem “alvos mais difíceis”, já que, segundo ele, “ninguém tem como deixar de ser alvo” porque “todo mundo está exposto as falhas dos sistemas existentes”, uma vez que “não existe sistema perfeito”.

Para tornar mais claro, ele fez uma analogia com o trânsito. “Por exemplo, o trânsito é 100% seguro? Por mais que você dirija com o máximo de cautela possível, ainda assim você exposto a sofrer um acidente. O mesmo se aplica. Você consegue mitigar as chances de sofrer um ataque, para isso você deve adotar condutas de segurança”, defendeu o analista de dados.


Nos últimos dias, imagens de pessoas em versões mais velhas delas mesmas viraram a nova febre das redes sociais no país. O FaceApp, aplicativo que “envelhece” pessoas em fotos, entrega os dados pessoais fornecidos por usuários para a desenvolvedora russa Wireless Lab, sua anunciante. O fornecimento de informações, no entanto, não ocorre de forma escondida, já que está entre os termos de uso do app, que precisa ser autorizado por todo usuário antes que o acesso às funções seja liberado. O FaceApp está disponível nas lojas de aplicativos Play Store (para o sistema operacional Android) e Apple Store (para o sistema operacional iOS). Na loja Play Store no Brasil estava listado em julho como o principal aplicativo na categoria gratuitos. (Varela Notícias)


Um novo golpe na internet tem circulado pelo país e cerca de 180 mil pessoas já acessaram um site classificado como malicioso. O golpe da vez consiste em uma mensagem recebida pelo WhatsApp prometendo liberar o 13º salário para beneficiários do programa Bolsa Família. A mensagem enviada para os celulares apresenta um link que supostamente revelaria se a pessoa tem direito ao 13º salário do programa social. Ao clicar no link, o usuário é levado para uma tela com a logomarca do programa. No site, o internauta é instruído a preencher um formulário de uma pesquisa com informações pessoais, como nome completo, endereço e CPF.


O WhatsApp informou que vai levar à Justiça casos de violação dos termos de serviços da plataforma com práticas abusivas, como envio de mensagens em massa ou automatizadas. A informação foi publicada em um comunicado na página da empresa.  Segundo a nota, o texto serve como aviso de que a empresa passará a tomar as medidas legais a partir do dia 7 de dezembro de 2019 contra as ocorrências, mesmo que as informações obtidas sobra as violações vierem de fora da plataforma, como anúncios de empresa que dizem ter a habilidade de fazer os disparos. Se as atividades forem detectadas pela tecnologia da plataforma, a empresa diz que as medidas podem ser tomadas antes dessa data. “Este é um desafio que requer uma abordagem holística. O WhatsApp está comprometido a utilizar todos os recursos à disposição dele, incluindo processar, se necessário for, para evitar abusos contra nossos Termos de serviço, como o envio de mensagens em massa ou utilização comercial”, diz um trecho do comunicado.


Foto: Allan White/ Fotos Públicas

O WhatsApp divulgou nesta terça-feira (14), recomendações a usuários para que atualizem o aplicativo em seus smartphones. O motivo da orientação diz respeito a uma falha na segurança que teria permitido o acesso de hackers e a instalação de pequenos programas maliciosos (spywares) para coletar informações dos usuários. A ação teria utilizado um software de espionagem semelhante aos desenvolvidos pela empresa israelense NSO Group, que comercializa soluções deste tipo junto a governos. Por meio do programa, os hackers teriam como acessar informações dos smartphones dos usuários de forma remota. “O WhatsApp incentiva as pessoas a atualizarem o nosso aplicativo para a versão mais recente, assim como manter o sistema operacional dos dispositivos atualizados, a fim de proteger contra possíveis ataques destinados a comprometer as informações armazenadas em dispositivos móveis”, destacou a empresa.